Envia-me Cartas

Envia-me Cartas
25 €

Autor

Raul Reis

Sinopse

É um registro fotográfico da beleza encontrada nas portas das casas que ainda exibem caixas de correio inscritas com a palavra " CARTAS" remetendo-nos para as reminiscências de um tempo passado - aquele em que os sentimentos eram deixados no papel. De um tempo onde cada palavra tinha um significado próprio e onde as cartas tinham valor somente por existirem.

 

Encomendas

livraria@lerdevagar.com

Caderno Tatuagem

Caderno Tatuagem
9.80€

Artista

Serrote

Descrição

Depois de termos lido Typee de Herman Melville, baseado nas suas experiências pessoais entre antropófagos de pele tatuada das Ilhas Marquesas; depois de termos folheado O Homem Ilustrado de Ray Bradbury, onde um corpo preenchido com desenhos tem o poder de contar histórias e prever o futuro; depois de termos visto um documentário sobre Ötzi - a múmia tirolesa, decorada com 61 tatuagens; e depois de termos rido com um episódio do Shin Chan sobre um chefe Yakuza pintado da cabeça aos pés, resolvemos fazer este caderno.

Dois homens e duas mulheres de diferentes compleições, criados a partir de desenhos de Albrecht Dürer, surgem em variadas poses, prestes a serem tatuados ao longo de 48 páginas.

Acabou de ser impresso em Novembro de 2016,
em Portugal.
Dimensões: 16,5 x 20,4 cm.
Capa: impressa a duas cores em tipografia.
Miolo: 48 páginas impressas em offset sobre
papel de 140g.
Edição limitada: 2016 exemplares.

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Caderno Música

Caderno Música
8€

Artista

Serrote

Descrição

No ano em que se celebram os 333 anos do nascimento de Bach, Haendel e Scarlatti lançamos o Caderno Música em 3 modelos diferentes.

Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Compositor genial alemão do período barroco, que nunca chegou a sair do seu país natal, mas cuja música chegou ao espaço interestrelar a bordo dos Voyager.

Domenico Scarlatti (1685-1757)
Compositor napolitano que passou grande parte da sua vida em Portugal e Espanha, onde compôs 555 sonatas para cravo.

Georg Friedrich Haendel (1685-1759)
Compositor alemão que passou grande parte da sua vida em Londres onde compôs, entre outras, música aquática e pirotécnica.

Acabaram de ser impressos em Junho de 2018 em Portugal.
Dimensões: 15,8 x 22,3 cm
Capa: impressa a 3 cores em tipografia.
Miolo: 24 páginas impressas com pautado musical intercaladas por 20 páginas lisas de cor creme.
Caderno cosido a linha amarela.
Edição limitada: 720 exemplares numerados de cada modelo.

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Caderno Sortido

Caderno Sortido
7€

Artista

Serrote

Descrição

Cada caderno vem recheado com 36 páginas de vários papéis cuidadosamente seleccionados: uns coloridos, alguns kraft, e outros impressos com padrões geométricos, reunidos numa deliciosa combinação que faz de cada caderno um convite irresistível ao desenho e à escrita.
Tal como nas caixas de bombons ou nos sortidos de bolachas de qualidade, o difícil é escolher por onde começar.

Acabou de ser impresso em Novembro de 2017 em Portugal.
Dimensões: 13 x 19 cm.
Capa: impressa a duas cores em tipografia, sobre papel amarelo (240gr/m2).
Miolo: 36 páginas de vários tipos de papel, com diferentes cores e impressões.
Edição limitada: 1000 exemplares numerados.

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Caderno Estádio

Caderno Estádio
9€

Artista

Serrote

Descrição

Nova edição do Caderno Estádio inspirada nos Matraquilhos (um jogo onde 11 bonecos de cabeça dura pontapeiam uma bola dum lado para o outro).
O interior do caderno está preenchido de páginas relvadas para definir estratégias para os próximos desafios.

Acabou de ser impresso em Novembro de 2018 em Portugal.
Dimensões: 15 x 20 cm
Capa: cartolina verde impressa a 1 cor em tipografia.
Miolo: 32 páginas c/ relvado verde impresso a 1 cor em offset.
Edição limitada: 2000 exemplares numerados

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Divertimento

Divertimento
12.50 €

Autor

Alexandre O'Neill

Sinopse

Caixa com 28 postais

Nado e criado na redacção da revista Almanaque, este Divertimento com Sinais Ortográficos surge a partir da “caixinha de tesouros” do designer Sebastião Rodrigues, quando Alexandre O’Neill abriu orelha sobre o silêncio embaraçado daqueles elementos tipográficos e lhes foi registando as vozes. O resultado viria a ser publicado em 1960, no livro Abandono Vigiado, com esta dedicatória: “A Sebastião Rodrigues, que se divertiu a apurar graficamente este Divertimento. Ao compositor e aos impressores que colaboraram neste livro.”

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Dreaming Leone

Dreaming Leone
33 €

Autor

Alvaro Deprit

Sinopse

"Nos anos 70 e 80, o deserto de Tabernas, perto de Almeria, no sul da Espanha, tornou-se a Hollywood dos ocidentais. Foi aqui que o lendário cineasta Sergio Leone fez filmes como Once Upon a Time in the WestFor a Fistful of DollarsFor a Few Dollars More and The Good, the Bad and the Ugly, fazendo do Deserto de Tabernas, com as suas paisagens e cenários, de baixo custo, um ponto de referência para os ocidentais.

Nos anos 90, os cineastas pararam de fazer filmes em Almeria principalmente porque as condições não eram muito acessíveis. Os sets de filmagem foram transformados em recintos de feiras ou foram abandonados e as pessoas que trabalharam e viveram em torno do circuito de cinema, como duplos e figurantes, dedicaram-se a fazer apresentações ocidentais para atrair turistas.

A crise económica em Espanha também afectou esta indústria, que anseia pelos dias de glória dos filmes ocidentais. Na realidade, as apresentações para turistas evocam uma era que está desaparecendo e os rostos dos artistas revelam sua expectativa melancólica de um fim que já foi anunciado.

A melancolia não vem apenas do fim de uma era de ouro no cinema: neste grande cenário, tornou-se uma imitação de uma imitação. O homem tenta encontrar uma certa dose de ficção, mas não por uma necessidade bem conhecida de evadir, mas porque precisa descobrir "o possível" aparte do real, o que foi deixado de fora ou poderia ter sido (e não foi) . Num marco histórico da crise e horizontes limitados, o imaginário ocidental é a projeção de uma possibilidade a oeste do oeste ".

Texto de Erik Vroons

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O mundo de Michel

O mundo de Michel

Os espaços não são espaços sem as pessoas que os habitam, sem os objectos que os configuram. A Ler Devagar é um espaço de infinitas possibilidades literárias, um lugar ávido de encontros que se produzem debaixo do olhar atento da famosa figura voadora que ocupa a sala principal da livraria.

Mas a Ler Devagar é muito mais do que isso. Aqueles que superam a emoção estética inicial e se aventuram a subir as escadas descobrem o mundo mágico de Michel.

Imaginemos por um momento o seguinte cenário: um jovem francês encontra-se na estação de comboios de Paris decidido a comprar um bilhete só de ida para qualquer lugar. A sorte quis que esse comboio parisiense o trouxesse a Lisboa, cidade que o conquistou para sempre.

Michel há quarenta anos que se sente em casa. Aprendeu a respirar a cidade e a encontrar inspiração para a sua arte na atmosfera lisboeta e na sua luz atlântica. Por vezes sente a nostalgia das suas origens mas foi em Portugal que conseguiu dar liberdade à sua expressão artística.

Aqui viveu anos de plenitude, de boémia e de sapateado (convertendo-se no maior expoente da cidade neste estilo de dança). Aqui, em Lisboa, conheceu José Pinho, sócio-fundador da Ler Devagar, e desde esse momento que o acompanha em todos os seus projectos profissionais.

Em 1999, a livraria ocupava as instalações da Litografia de Portugal e desde esses dias que Michel preenchia com o seu piano as tardes artísticas e literárias do Bairro Alto. Foram anos de descobertas pessoais, de deambular pelas ruas lisboetas e perder-se entre a multidão para se descobrir a si mesmo, para se formar como artista multidisciplinar e ecléctico, para transformar a livraria na sua casa.

Quando em 2009, a Ler Devagar abriu portas na LxFactory, sua localização actual, Michel, apaixonado pelos espaços industriais, encontrou de imediato uma esquina que tornasse sua.

Neste mundo mágico podem encontrar várias instalações que criam uma atmosfera nova todos os dias. O espaço muda com aquilo que inspira o artista cuja mente se move com a cidade, com as luzes e sombras, com o clima e com as suas gentes. Este canto da Ler Devagar é um reflexo desse movimento constante.

Michel não pode escolher uma arte que o represente, é por isso que se subirem ao penúltimo andar da livraria podem encontrar ilustrações, objectos que evocam outras épocas e que criam cenários teatrais e, sobretudo, ouvir a música do seu acordeão (instrumento que toca desde os onze anos) como banda sonora que nos recorda que aqui tudo é permitido e tudo é possível.