A carregar Eventos
  • Este evento já decorreu.
// 16 Jul  2019
Categoria de Evento:
18:30 - 20:30

Este não é um manifesto contra os homens em geral. Nem é um manifesto contra os homens árabes em particular. É, todavia, um uivo na cara de uma particular espécie de homens: a espécie macha, o Super-Homem, como eles gostam de se considerar. Mas o Super-Homem é uma mentira. Nesta explosiva sequela de Eu Matei Xerazade, Joumana Haddad examina o sistema patriarcal que continua a dominar o mundo árabe — e não só. Das religiões monoteístas e do conceito de casamento à institucionalização do machismo e do duplo padrão, Joumana reflecte sobre a necessidade vital de uma nova masculinidade nestes tempos de revolução e mudança no Médio Oriente.

«Uma crítica feroz ao sexismo.» — The Guardian

«Um vendaval de ar fresco — Haddad escreveu um livro obrigatório e vital para todos os sexos, raças e culturas. Uma obra oportuna e completamente única que vem aprofundar o debate em torno da opressão misógina, da religião, da política e da liberdade social que mobiliza comentadores, activistas e políticos em todo o mundo. A revolução e a reacção contra ela não se digladiam apenas nas ruas, nas praças e nas eleições do Médio Oriente, mas também nos rostos e corpos de milhões de mulheres árabes, e das suas irmãs, no mundo inteiro. Haddad fala por todas nós. É tempo de a ouvir.» — Bidisha

«Joumana Haddad, poeta e jornalista libanesa, escreveu um livro ousado e simulta-neamente muito divertido sobre o patriarcado no mundo árabe.» — Lucy Popescu, The Independent

 

Joumana Haddad (Beirute, 1970) é uma escritora, poeta, jornalista e ativista política libanesa internacionalmente reconhecida e premiada. Nos últimos quatro anos tem integrado a lista das cem mulheres árabes mais poderosas, iniciativa de uma revista árabe de Economia. Haddad é a fundadora e diretora da revista Jasad (Corpo), uma revista trimestral erótica e cultural em língua árabe, cujo lançamento, em 2009, foi noticiado em todo o mundo, por se tratar da primeira publicação com este perfil no Médio Oriente. Publicou vários livros de ensaio, poesia e teatro, que têm sido traduzidos para inúmeras línguas.
Eu Matei Xerazade: Confissões de Uma Mulher Árabe em Fúria foi escrito originalmente em inglês e levado à cena num teatro de Hollywood.
Outros celebrados livros seus são O Super-Homem é Árabe — Sobre Deus, o Casamento, o Machão e Outras Invenções Desastrosas, The Return of Lilith e The Third Sex. Tem também um romance e cinco livros de poesia.
Dominando sete línguas, Haddad é ainda tradutora literária, e colunista do jornal libanês An Nahar, onde trabalhou como jornalista entre 1997 e 2017, dirigindo a secção cultural diária. Escreve regularmente para os jornais The New York Times, The Guardian, Die Zeit, Libération e Corriere Della Sera, entre outras publicações internacionais.

 

O lançamento contará com a presença de José Mário Silva e Inês Pedrosa.

 

// Facebook
//
Livraria
(r/c) // Entrada Livre