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// 10 Jan  2020
Categoria de Evento:
22:00 - 23:30

Pela primeira vez em Lisboa os Vertigem vão levar para o palco da Livraria Ler Devagar um espetáculo em que a música se mistura com projeções psicadélicas levando o público a embarcar numa experiência imersiva.

Os Vertigem, uma banda formada no final de 2017, trazem para o palco músicas originais cantadas em português. A música dos Vertigem nasce de uma mistura de sonoridades que assenta nas raízes da música tradicional portuguesa e da world music e se funde com outros sons, como jazz e rock alternativo. Os membros Ana Lua Caiano, composição e voz, Inês Proença, piano e melódica, Artur Morais, contrabaixo e baixo-acústico, e Aliu Baió, bateria e percussão, juntam os seus diferentes gostos e influências e em palco criam um ambiente místico onde fervilha a criatividade.

Já tocaram em diversos espaços como o Teatro do Bairro, Teatroesfera, Festival Aqui ao Lado, entre outros. Atualmente estão a gravar o seu primeiro álbum que tem o seu lançamento programado para 2020.

 

 

Ana Lua Caiano iniciou o seu caminho na música aos 6 anos com o piano. Com 10 anos ingressou no Instituto Vitorino Matono onde terminou o 5º grau de música (tendo piano como principal instrumento). Atualmente está no último ano da Escola de Jazz Luiz-Villas Boas e tem como principal instrumento a Voz. Interessa-se pelas sonoridades do mundo, bem como pela exploração e a conjugação da música tradicional com outras vertentes musicais como música experimental, indie, entre outras. Assim, no repertório que compõe para projetos como Vertigem e os Data, tem como principal objetivo a comunhão entre esses dois mundos musicais. Toca e já tocou em vários projetos relacionados com as músicas do mundo: em projetos de música brasileira, música portuguesa, como as Cantigas da Lua, entre outros.

Inês Proença toca piano desde 2004, instrumento que começou a estudar numa vertente clássica, e prosseguiu os seus estudos até ao 5º grau do ensino de música tradicional no Instituto Gregoriano de Lisboa, onde ganhou vários prémios de interpretação. Aos 18 anos, começou a estudar jazz na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas e, paralelamente, a tocar com os Vertigem, banda cujos membros conheceu nessa mesma escola. Entretanto, introduziu também a melódica nos concertos da banda. Agora, integra vários projetos de diversos estilos musicais entre eles os Quimproviso, grupo de Jazz com os quais tocou em vários locais e eventos incluindo a Festa do Jazz.

Artur Morais começou o seu caminho na música com aulas de guitarra com um baixista e guitarrista, com formação jazzística, que lhe incutiu valores e conhecimentos que o acompanham até hoje. Desde cedo começou a tocar músicas originais em vários projetos independentes na zona de Cascais/Estoril e Lisboa e com uma breve passagem pela prestigiada Tuna Mista da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. A guitarra foi o seu primeiro instrumento, mas também passou pelo bandolim, pelo baixo-elétrico, pela bateria e contrabaixo, instrumento que toca com a banda Vertigem, cujo estudo foi aprofundado na Escola de Jazz Luiz Villas-Boas.

Aliu Baió, cego desde nascença, começou a tocar bateria aos 14 anos no Centro Helen Keller durante seis anos, de onde saiu para frequentar o curso de quatro anos na escola de Jazz Luís Villas-Boas. Para além de bateria, também estudou saxofone e piano. Para além da sua banda principal, os Vertigem, Aliu também tem a sua própria formação que denominou de Septeto Baió, da qual fazem parte os elementos dos Vertigem mais três músicos de Jazz também estudantes da escola de Jazz. Apesar de estudar Jazz, Aliu é um baterista que adora explorar diversos estilos musicais desde rock, música tradicional portuguesa, ritmos africa- nos, a ritmos latinos. Para além de músico, Aliu Baió também é um desportista profissional.

 

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// Galeria (1º Piso) // Entrada 4€